Josef Ben Zhou atingiu o apogeu da mediocridade do site “mídia sem máscara”.
Eles noticiaram um fato que eu concordo ser revoltante. Os organizadores da cerimônia colocaram uma menina dita de “boa aparência” para dublar a música Ode a Pátria enquanto a excepcional e verdadeira cantora mirim se escondia do público e do mundo todo.
O autor do texto só comete um equivoco gritante ao comparar a imbecilidade dos organizadores da abertura com a luta pelos direitos humanos e ainda julga que todos os comunistas “de todas as cores” fariam o mesmo. (???) É surreal pensar que todos os comunistas compactuem com essa atitude. Se eu sou comunista logo devo concordar com todos os outros comunistas em tudo?
Eu acho interessante que os liberais de uma hora pra outra passam a se importar com essa questão. Ora, a desigualdade não é natural?
”Mas a menina não tem culpa de ser considerada feia”, da mesma forma que uma criança não tem culpa de nascer numa família pobre, e essa é tão exclusa se não mais da sociedade quanto à chinesinha, e eles dizem que isso é normal que é “natural”, quem sou eu pra julgar essas pessoas de tão sábias palavras?
Nessas horas eu queria poder dizer pra todos os liberais que somos nós (comunistas de verdade) que queremos inclusão e igualdade, não eles.
O Sr. J.B Zhou descreve o ser humano que vive na sociedade “comunista”(ele é daqueles que juram que a China é o modelo que todo comunista quer) como um “pedaço de carne”, uma “peça de engrenagem”, mas qual é a visão que as empresas capitalistas têm dos funcionários?
Eles tanto se importam com isso que tem um monte de empresa capitalista pagando pela produção escravagista chinesa.
Apesar de eu não fazer idéia de quem seja (pois nem na lista de articulistas do site ele está), Josef Ben Zhou conseguiu um feito, ele inaugurou uma série de reportagens e artigos que veremos durante toda a olimpíada em que as mancadas do governo chinês serão armas “poderosíssimas” para incitar os assuntos mais lisérgicos e relacioná-los aos comunistas, por isso essa era que começa hoje (15/08/08*) será chamada por mim de “dinastia Zhou.”
Obrigada por ler meu blog.
Mary Ann
*Dia que eu escrevi esse texto.






Até que ponto vai a inconseqüência do homem como sociedade e como individuo? Como podemos falar de radicalismo, quando olhando no intimo do nosso “ser” sabemos que também somos radicais?


