A arte de se fazer fakes.

Eu sei que pouca gente ou até mesmo ninguém vai ver isso, porém, com a divulgação que têm feito do meu blog graças ao vacilo do Evandro eu não poderia ficar indiferente.

O grande desafio de se fazer um fake “pra valer” daquele que é feito pra convencer de verdade é não dar nenhum tipo de brecha.
Quando eu resolvi fazer o meu perfil eu deletei o meu original e, não por estratégia, também não uso nenhum site do gênero. Se alguém aí sabe algo de mim além do meu nome e religião eu ficaria surpresa.

Nunca imaginei que faria uma coisa dessas, mas eu acho que o fato de descobrirem quem é o Gianfranco não implica em nada.

O cara afirmar com tanta veemência que era a criatura magnífica das fotos é parte da “brincadeira”.

Se esse perfil for aquilo que ele deseja ser ou se é só pra instigar uma imagem tal, o que importa?

Pra mim o que sempre valia de verdade eram as coisas que ele dizia, aí eu dava um jeito de responder.
Se aquelas opiniões escrotas são realmente as opiniões dele eu quero mesmo é que se foda, se um dia ele cair na real e parar de pensar desse jeito, ótimo, se não, paciência.

Sempre usei o Orkut como um exercício intelectual, como uma forma de estudar as hipóteses e mecanismos de argumentação.
Impor minha opinião?
Convencer alguém?

Alguém aqui debate pra isso?

Se não for pelo motivo que eu fazia isso, você provavelmente faz pra afirmar sua posição e se sentir seguro, pois a única forma de colocar nossas convicções à prova é debatendo-as.

É isso, sorte pro Evandro.
E eu não sou a “Ventuinha” do Orkut.

Obrigada por ler meu Blog.
Mary Ann

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